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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Negócios em Movimento: ILIMITAT vai atuar no iGaming, um mercado em expansão.

O timming não poderia ser melhor: no sábado, dia 31 de Julho, está nas bancas a Veja São Paulo (edição de 04 de Agosto), contando a nova febre entre os paulistanos, que já era notável nas conversas entre amigos e nos movimentos em mídia, não só na capital paulista. Na segunda-feira, 02 de Agosto, a ILIMITAT fecha, em um almoço, por um ano, a coordenação do Marketing de um site de iGaming que agora chega ao Brasil!

É isso aí: seremos responsáveis pelo plano de Marketing, lançamento e ações de ativação do mais novo site de pôquer e apostas online que decide focar o mercado brasileiro. Depois da chegada em peso dos líderes mundiais do segmento de iGaming (Poker Stars, Full Tilt Poker, Sportingbet) no mercado brasileiro, com embaixadores e eventos locais, chegam novos concorrentes em um mercado em franca expansão.

No mundo, o negócio do pôquer online faturou, em 2009, 4.8 bilhões de dólares. Só os Estados Unidos movimentam 300 bilhões de dólares em apostas em um ano, com mais ou menos 2,5 milhões de jogadores online. (dados da H2 Gambling Capital, publicada na Folha.com). No segmento de apostas (diversas, em esporte e jogos de cassino), dentro de um mercado de 300 bilhões de dólares ano passado, a modalidade online ainda é insignificante, gerando receitas de "apenas" 300 milhões de dólares. Entretanto, o ritmo de crescimento médio do segmento online é, desde 2003, de 23% a.a.

Nesse mercado em intenso movimento, cada vez mais, os operadores buscam os novos mercados: Na Índia, estima-se um mercado de jogos online de 5 bilhões de dólares (representando 12% de um mercado total de apostas de 40 bilhões). Na China, já se contabilizam 100 milhões de jogadores online. No Brasil já são 1.6 milhões de jogadores online de pôquer, num universo estimado em 2 milhões de praticantes.

Recentemente, alguns movimentos em termos de regulamentação e de reconhecimento do caráter esportivo das atividades de iGaming, cada vez mais, vêm credenciando esta atividade dentro do segmento do entretenimento online. Cito algumas:

  • Reconhecimento pela International Mind Games Association (IMSA) de que o pôquer, na sua modalidade mais popular, o Texas Hold'em, é um Esporte da Mente e entra no seleto grupo que já tem o Xadrez, Damas, Gamão e Bridge como Mind Games. Essa foi a primeira grande vitória da IPF (Federação Internacional de Poker)
  • Regulamentação pelo pelo Estado Francês do mercado de apostas esportivas online em Abril último, abrindo um mercado de quase 10 bilhões de euros, estimativa de 2009.
  • Na China, regulamentação da publicidade ligada a jogos online, proibindo a ligação com sexo, mas de forma alguma proibindo a comunicação dos operadores com os jogadores.

Por tudo isso, para esta primeira fase de entrada no mercado brasileiro, com a saída do segmento de um "gueto mercadológico", nosso cliente pediu o foco na divulgação do pôquer como esporte, sadio e responsavelmente praticado. A modalidade ganha cada vez mais a grande mídia e atinge um público consciente e que busca formas novas de entretenimento, reflexo natural do aumento da renda e crescimento econômico brasileiros.

Aceitamos o desafio pois um projeto de negócio que envolve marketing online e marketing esportivo é sensacional para agregar à nossa carteira de clientes. Um mercado em crescimento frenético tem-se apoiado na revolução das ferramentas de meios de pagamento online, redes sociais e comércio eletrônico. Tudo isso nos interessa muito: estudar, aprender, operar e colher resultados. Estamos muito animados com esse projeto e novo cliente (em breve divulgaremos o nome), iniciando a fase de planejamento. Comunicaremos aqui, e no Twitter da ILIMITAT, as novidades e ações.

ALL IN!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Obrigado ao Caboclo Guaracy pelo TEDxSP alcançado.

Não é por nada que o título do post é o acima. Até sexta-feira, 13, às 17:00 eu não tinha credencial para o TEDxSP que se realizaria no dia seguinte. Minha inscrição, enviada logo no início, não havia sido selecionada. Nada grave. Até porque sei que muita gente teve que insistir com várias inscrições ter a 'bêncão' do convite. Mas estava no The Hub, como toda sexta o faço para fechar minha semana de visitas aos clientes, e ganhei a credencial em um sorteio entre os que estavam no Hub Café com TEDxSP que credenciava ali seus inscritos.

Muito bem! Minha sexta-feira 13 não havia sido em vão. E de uma hora para outra tive que mudar minha programação para com muito gosto passar o dia ouvindo ao redor de 30 pessoas falando sobre "o que que o Brasil tem a oferecer ao mundo agora", tema do nosso 1o TED Tupi.

Confesso que fui com baixas expectativas. Pois tinha receio que o discurso ficasse muito no plano das idéias, falando de sexo dos anjos, terceiro setor e por ai. Mas já no primeiro bloco de TALKS (não gosto de termos em inglês mas acho que explica melhor o formato que "palestra") fui surpreendido e entre altos e baixos o evento superou minhas expectativas em suas mais de 12 horas.

Mas vamos começar pelo final pois assim fica mais fácil chegar ao ponto deste TEDxSP para mim e para a ILIMITAT.

No penúltimo TALK, de João Paulo Cavalcanti da trendy empresa de pesquisa de mercado BOX1824, escutamos a provocação: "Qual é o nosso propósito como país"? A elaboração da resposta partiu de um suposto discutível já no momento em que, ao definir o papel de cada um dos RICS (afinal o B ainda não sabe), a Rússia foi colocada como 2a ideologia o que não é verdade desde um evento que fez 20 anos semana passada, dia 11. Se quiser saber mais desse evento veja aqui ele acontecendo em "flashback-real". O
raciocínio do JPC não me convenceu, mas o caminho que ele propôs para chegar à resposta é o correto: COLABORAÇÃO.

E vamos então, através deste caminho, tentar achar uma linha comum entre tudo que foi dito naquele teatro, num sábado qualquer:

Voltando ao clima "religioso" do título do post, o TEDxSP foi o "batismo" para muita gente que precisava ter uma inspiração, uma luz quiçá. Como a platéia era mormente até mais jovem que eu, vi pelos comentários no Twitter que foi na linha da catequese mesmo que muitos saíram daquele sábado*. Para mim crisma: uma confirmação de que ninguém ali naquela platéia ou no palco tem legitimidade para responder à questão proposta pelo JPC: "Qual é o nosso propósito como país"?

Sorria! Nós somos a periferia do nosso país e ao longo do dia tivemos várias provas disso. Vide os TALKS do Ronaldo Lemos da Creative Commons Brasil e da Regina Casé que dispensa apresentação. Por uma questão simples de matemática e informação, os que estavam ali naquela platéia são minoria e "estão por fora" da verdadeira realidade e potencialidade que este país dispõe para oferecer ao mundo. O que o Brasil se proporá a fazer/ser ou oferecerá ao mundo, o que não é necessariamente a mesma coisa, será decido por pessoas que hoje escutam e fazem a indústria do tecnobrega em Belém do Pará por exemplo ou que consomem os fitoterápicos a preços populares produzidos pelo programa Farmácia Viva apresentado pela cearense Francisca Cavalcante.


E qual o nosso humilde papel nisso? COLABORAÇÃO!

Temos que desenvolver ferramentas como o Many Eyes e o www.votenaweb.com.br. Montar estruturas empresariais e sociais que tenham os mecanismos e recursos para desenvolver projetos tão distintos como o Grupo Santander Brasil do Fábio Barbosa quanto o Nós do Morro do Guti Fraga. Temos que oferecer soluções criativas como a de fazer água a partir da humidade do ar da HNF Water, as paredes de Lego do Valério Dorneles da Tecno Logys e a despoluição de águas por casca de banana apresentada pela Milena Boniolo. Mas tudo com o foco de colaborar para que o verdadeiro Brasil - não aquele que estava ali no TEDxSP - tenha condições de decidir o que quer ser e o que vai oferecer ao mundo. Se conseguirmos isso tenho certeza que fizemos nossa parte.

O exercício agora é mais ou menos de 95% da ciência pura: vamos desenvolver ferramental e base para que outros venham e descubram as respostas.

Mas para fazer tudo isso, não podemos fazer de qualquer jeito. Temos que partir de pontos que foram abordados ali no último sábado (e quem falou deles): entender e simplificar os problemas nacionais para ter clareza em como colaborar (Dênis Burgierman) através de redes sociais distribuídas e que sejam inclusivas (Augusto de Franco). Sempre com uma visão just-in-time da educação e da informação para maior eficiência do processo (Silvio Meira - para mim a Top TALK).

Fico contente que tudo isso que acabei de escrever esteja presente no genoma da ILIMITAT. Hoje damos a pequenas empresas ferramentas comerciais e de negócio para competirem no mercado nacional. Com projetos como o VAREJO.ORG em breve vamos colaborar com as pessoas diretamente, àquelas que estão nas lan houses. O TEDxSP serviu muito para isso, para confirmar que temos que nos movimentar, no sentido que nos propusemos desde o início, agora com mais velocidade. Vamos buscar parceiros e recursos para oferecer isso ao Brasil. Depois o Brasil decide o que vai oferecer para o mundo.

PS1: Especial referência aos TALKs do Carlos Buby e do Sandro de Souza que mostram que este país não tem que exercitar o complexo de vira-latas. Não é por falta de raíz ou por falta de tecnologia que fracassaremos.

PS2: Há muitas referências aqui neste post e os links direcionam para material disponível hoje. A medida que os TALKS começarem a estar disponíveis no site do TEDxSP vou atualizando os links para que vocês vejam sobre o que escrevo.

PS3: Mais sobre a ILIMITAT no TEDxSP em nosso timeline do Twitter

PS4: O método Woody Allen de organização mental para redação de roteiros/textos funciona! Escrevi esse post em 1h. Um recorde para mim.

*Catequese? Sábado? Fugi de muitas para jogar futebol com 11 anos de idade.


Atualização em 08/12/09
Hoje saiu no site do TEDxSP a TED Talk da Fenanda Viégas apresentando o Many Eyes, ferramenta de visualização de informações. Para mim a melhor ferramenta apresentada no TEDxSP com um potencial de geração de inteligência analítica para negócios muito interessante. E mais: acessível pela internet para qualquer pessoa poder usá-lo gratuitamente.

Recentemente o Estado de São Paulo utilizou a ferramenta em um de seus blogs gerando todos os infográficos sobre criminalidade na plataforme. Veja a matéria aqui.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O monitoramento de preços nas estratégias comerciais.

Começo a ilustrar este post com uma notícia veículada no site DrugstoreNews semana passada nos E.U.A.:

Safeway chairman, president and CEO addresses promotional pricing bust
By Michael Johnsen

PLEASANTON, Calif. (Jul. 29) It just doesn’t pay to be too promotional anymore.Last week during a quarterly conference call with investors, Safeway chairman, president and CEO explained that especially during a recession economy, his company’s move to an every-day-low-price pricing strategy is likely to generate more loyal shoppers — as compared with the competition in today’s economy — by conducting heavy promotions across certain categories in an attempt to increase foot traffic.

Em resumo, o CEO Steve Burd explica que em um período de recessão como os Estados Unidos vivem, a Safeway - que possui rede de lojas de alimentos saudáveis com estratégia voltada para o ponto-de-venda e com forte atuação em social commerce - está mudando a estratégia de preços. No lugar de gerir fortes promoções pontuais (em linhas de produtos ou períodos específicos) que geram fluxo de loja, passarão a operar uma estratégia de ter o menor preço sempre em toda a loja fomentando clientes mais fidelizados.

Em um ambiente de alta competição é muito pertinente o Departamento Comercial analisar esta contraposiçao de estratégias de preço/promocão. Esta análise passa por avaliar o seu posicionamento de produto e/ou serviço e como sua concorrência se comporta. A relevância de sua participação no mercado e seu volume de negócio resultante. Outro viés de análise que ajuda a decidir por um caminho ou outro é sua condição de caixa e o nível de comprometimento de seus parceiros/fornecedores em viabilizar financeiramente a estratégia escolhida.

Podemos simplificar que normalmente serviços ou produtos de maior valor agregado de tecnologia e menor giro (serviços, soluções e bens de consumo duráveis ou capital) sejam mais fáceis de gerir pela política de promoções ou vantagens pontuais para os clientes. Neste segmento, as estratégias de solution sell ou venda por diagnóstico são mais recomendadas. Esta abordagem de venda é aquela em que o vendedor gera a necessidade no cliente por um beneficio associado à característica do produto e tem a ferramenta de promoção ou desconto para fechar o negócio.

Exemplo disso é o programa Esquadrão Ponto Frio desenvolvido pela Agência Fala! para a rede carioca ou o programa de Varejo Corporativo realizado pela Positivo Informática em parceria com a Microsoft. Ambos trazendo um treinamento diferenciado para uma venda mais qualificada no ponto de venda.

Já produtos de maior giro e de consumo básico são mais aderentes à estratégia de preços baixos constantes. Essa linha comercial tende a gerar uma percepção de preço baixo pelo cliente que promove uma maior fidelidade junto ao varejo que a promove. Isto pode ser muito interessante se o seu foco é o consumidor com poder de compra limitado. O CEO da Safeway diz literalmente "O consumidor com orçamento restrito é pouco fiel (...) troca de canal com muita facilidade". E se você através do que a comunicação de varejo chama de "compromisso do menor preço" consegue implementar esta estratégia pode ter uma vantagem na decisão de compra.

Para ambas estratégias, o monitoramento de preços da concorrência é essencial para a implementação no dia-a-dia da operação comercial. A informação regular, estruturada e análise de como está atuando o mercado na precificação dos produtos é crucial neste processo de guerrilha. Em ambas metodologias de gestão de preço (constant-lower-price ou high-discount) ter a informação na hora certa de como seu concorrente está atuando pode ser a diferença entre ganhar ou não mercado e maximizar ou não a margem operacional.

Na TAF Linhas Aéreas, em Fortaleza entre 2006 e 2007, tínhamos um desafio muito grande que era competir com as duas líderes da aviação no mercado nacional. Monitorávamos diariamente 1500 preços para os 12 destinos que voávamos em um horizonte de 30 dias. Com esta informação em mãos todos os dias ajustávamos nossos preços para ser mais baratos que a concorrência e subir preços onde tínhamos espaço, acompanhando o mercado e melhorando nosso yield (preço médio por assento no vôo). Diariamente disparávamos para nossos clientes e agentes promoções pontuais para rotas específicas em função da taxa de ocupação (estoque) e do mercado. Atuávamos com as duas estratégias a partir de um painel de controle claro.

O exemplo acima pode ser aplicado em qualquer segmento pelas empresas que precisam maximizar resultados e ganhar mercardo. A ILIMITAT tem a expertise e as ferramentas de Business Inteligence para desenvolver e analisar um painel de controle diário de preços publicados para vários segmentos de produtos de varejo de bens duráveis ou de consumo.

É o movimento de Monitoramento de Varejo que agrega a seu negócio informação para a decisão ágil na condução de sua política B2B ou B2B. Ao alcance de qualquer empresa, de qualquer porte, atuamos no diagnóstico do ponto de partida e auxiliamos a Direção ou Gerência Comercial a traçar planos de ação claros e que poderão ser monitorados.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Varejo.org @ STARTUP LAB

Hoje (ontem, terça) a ILIMITAT apresentou uma proposta de negócio no START-UP LAB promovido pelo The Hub e pela Artemisia. Em um pitch (fala objetiva) de 5 minutos foi apresentada a idéia para oito avaliadores em duas sessões. Estes avaliadores deram suas opiniões sobre a proposta e apresentação.

O VAREJO.ORG é um dos modelos de negócios sobre plataforma de Social Commerce que a ILIMITAT está desenvolvendo. Nosso intuito em participar do START-UP LAB é testar a idéia e iniciar o posicionamento da empresa como referência neste tipo de estratégia comercial no mercado.

Abaixo coloco o roteiro original do pitch - com meus grifos e até com as piadinhas que previa mas que por força do tempo exíguo não houve muito espaço. Aqui o link para o folder entregue aos avaliadores. No Twitter @ilimitat postei online os comentários dos avaliadores.

Críticas, sugestões, idéias de parcerias são bem-vindas. A evolução do conceito, as respostas às questões colocadas pelos avaliadores e construção do modelo detalhado do negócio será compartilhada passo-a-passo aqui no blog, que será nossa ferramenta principal na comunicação com potenciais stakeholders que se interessem na proposta e uma forma que nossos clientes conheçam mais nosso posicionamento e metodologia.




VAREJO.ORG
HUB|ARTEMISIA START-UP LAB
Roteiro Pitch 5 min

Batendo papo com um dono de uam grande agência de publicidade (que já foi um grande cliente de VAREJO), este reclamou: “sabe o que estraga a agência? O cliente!”. No comentário irônico dele a visão crítica de que a dinâmica do negócio da agência as vezes não casa com a dinâmica do negócio do cliente. Um fato.

Uma agência de publicidade virtual veio à cabeça. Um ambiente em que as peças estivessem disponíveis para os clientes, que selecionariam suas campanhas, incluiriam seus logos, produtos, colocariam os preços e ofertas e pronto! Direto para produção.

Saí questionando este formato, que tem viabilidade operacional e tecnológica, mas o problema inicial persiste: em algum momento o cliente vai precisar de suporte. Saídas tradicionais seriam caras para o modelo.

Comecei a ver a “matrix” quando fiz a primeira pergunta que iniciou a formatação da proposta: “e se todos pudessem ser publicitários?”. (-; A maioria dos publicitários a quem fiz a pergunta vaticinaram: “seria um inferno!” ;-)

Imaginei um jovem classe CD com All Star, iPhone andando no meio de uma comunidade de subúrbio: Cidade de Deus, Jardim Sônia, Vila Pinto em Curitiba... Alí temos comércios pequenos, informais. Eles não comunicam. Perto dali ruas de comércio popular como Largo 13, Saara... tampouco!

O meu “mano-publicitário” de all star é da comunidade, conhece os comércios da região e tem acesso a internet, eventualmente em alguma LAN HOUSE ou no trabalho. Está familiarizado com as ferramenta online e tem pelo menos uma conta no Orkut.

Este é o “executivo de atendimento” ou “de contas” que vai sustentar a prospecção de cliente e atendimento primário. Vamos dar ferramentas, vamos treiná-lo, apresentar fornecedores, para que este jovem dentro de sua comunidade faça a dinâmica do negócio acontecer.

Tudo isso através de uma rede social que dará relevância e fomentará esta energização.


É irresistível: é ter o insight e já dar um nome. Uma rápida pesquisa na internet e lá um registro até então livre: VAREJO.ORG. Batismo feito e o diagrama de negócio começou a ser rabiscado:

Aplicando a metodologia POST dos pesquisadores da Forrester Researcher para estratégias de Social Commerce:

Primeiro o P de Pessoas: nosso “Orkut do Varejo” será focado em jovens classe CD, antenados e com desejo de evolução pessoal; empresas comerciais de médio e pequeno porte e fornecedores/marcas para este público. O ambiente gerará a massa crítica de oportunidades e recursos para negócios entre estes 3 públicos.

Depois o Objetivo: integrar o comércio popular na publicidade e gerar produção de material de comunicação de varejo.

Aí a Estratégia (-; em inglês Strategy, em espanhol Estrategia...;-): Geração de conteúdo e ferramentas para aplicação deste conteúdo às necessidades dos clientes. Treinamento e formação em técnicas de varejo e comunicação ajudarão a tangibilizar este conteúdo gerando mais demanda.

A Tecnologia, existe! É o menos importante.

Gerando receita para o VAREJO.ORG, tem-se a venda de conteúdos (os mais sofisticados, pois os simples têm que ser GRÁTIS), registro do pool de fornecedores gráficos e publicidade de marcas e produtos que queiram fazer trade marketing neste segmento.

E não menos importante, pois este segmento popular precisa, uma ferramenta de pagamento que funcione como opção de clearance na relação comercial entre clientes, pessoas e fornecedores. A idéia de um private label “Cartão VAREJO.ORG” parceria com alguma grande instituição financeira popular não parece ruim.

As ferramentas de comunicação de VAREJO estarão disponíveis a um segmento excluído hoje, gerando renda e dinâmica social.



domingo, 14 de junho de 2009

Perfil em movimento - Emanuel Martins (Diretor de Operações)

Por Emanuel Martins

Quando o Carlos pediu que escrevesse meu perfil para colocar no blog da ILIMITAT minha primeira frase resposta foi um "nem pensar"! Mas, como "nem pensar" em negócios sempre significa talvez, aí está o meu perfil (e também criei uma conta no Twitter): 

Tenho trinta e um anos e sou vendedor. Minha frase predileta li no livro do Jeffrey Gitomer, e pelo menos acho que é dele: “nada acontece nos negócios até que alguém venda algo”. Extrapolando um pouco, acho que vendas é uma exceção no universo dos negócios. Todo o resto é um doce problema a ser resolvido dentro da gestão de processos, como aumentar produção, contratar funcionários, gerenciar a nova sede, entre outros. Já vendas é sempre o problema! E de doce não tem nada!

Meus pilares profissionais são conhecimento técnico do produto e gestão de cliente. Acredito que estas sejam as bases do crescimento de qualquer empreendimento e que sem eles ninguém vende nada ou pelo menos deixa de vender muita coisa.

Para aplicar estes dois pilares já implantei diversas ferramentas nas mais diversas áreas (CAD, CRM, ERP e outras siglas) o que sempre tento lembrar a mim e a meus clientes é que não há ferramenta que funcione sem sustentação. Não adianta me dar uma chave de boca para consertar motor se eu não entender de carro!

Para quem se interessar abaixo segue um breve currículo:

Técnico em Mecânica e Engenharia Industrial Mecânica na atual UTFPR. Pós-graduação em Engenharia Mecatrônica na UNICAMP, ênfase em CLP´s e supervisórios SCADA. Minha formação foi baseada em áreas técnicas de interesse de estruturação e fabricação de máquinas.

Fiz toda a minha história profissional na Storck do Brasil, entrei em 1997 durante a graduação como estagiário de engenharia. No departamento de P&D permaneci 06 anos, assumindo o departamento em 2000. Neste período desenvolvemos três novas linhas de equipamentos, a série de máquinas 8300, 8400 e a série P de injetoras de plástico. Nosso foco era a inovação constante e neste quesito fomos premiados com o IF Design, premio internacional de design industrial.

No período de 2001-2002 realizamos a certificação dos nossos processos com base na ISO9000:2000, atuando como gerente técnico implantamos o plano da qualidade de desenvolvimento e plano da qualidade de produção. Dentro desta metodologia obtivemos aumento da satisfação de clientes em 12%

Em 2003, assumi a gerência do departamento técnico-comercial sendo responsável por toda a estrutura de pré e pós-venda. Nesta estrutura desenvolvemos as metodologias de gerenciamento de relacionamento com o cliente. Implantamos e customizamos software de CRM e indicadores específicos de cliente com isto geramos 40% de crescimento de receita com clientes atuais e geração de 30% de receita extra através de novos clientes.

Pulando para 2008 surge o conceito da ILIMITAT, um movimento que busca agregar metodologia e poder de mercado, TI com análise efetiva dos dados.

Colocando o conceito em prática abandonei a fronteira inicial e no primeiro mês conquistamos como cliente a Jon Wai Brasil, empresa tradicional no mercado de injetoras de plástico em Taiwan procurando estabelecer o Brasil como parceiro estratégico. Neste desafio está o nosso foco hoje, garantindo vendas de USD1.000k no primeiro ano fiscal com implantação de metodologia e poder de mercado.

Acreditando no conceito que a Jon Wai Brasil implantou fundamos a BPS empresa que engloba a Jon Wai Brasil, CNN Brasil e Tien Kang Brasil. Abrimos o leque de produtos e aumentamos a operação buscando no 2009-2010 triplicarmos este faturamento anual.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

ILIMITAT @ The Hub São Paulo.

Desde início de 2008 quando Emanuel e este que lhes escreve iniciamos a montagem do conceito da ILIMITAT tínhamos uma dúvida: como trabalharíamos fisicamente? Estando em Curitiba e São Paulo ao mesmo tempo, teremos espaço próprio? Trabalhamos 'na casa' de nossos clientes? Como podemos refletir nosso conceito no lugar em que trabalhamos?

Acredito que chegamos a uma resposta. Durante 2008 e até agora a base São Paulo funcionou no espaço da Agência Fala! Não por outro motivo, era porque eu estava aqui fisicamente atuando na área de negócios e atendimento das contas de varejo. Pessoalmente agradeço muito ao Allan Barros, presidente da Fala!, que foi a primeira pessoa de mercado a ver nosso plano de negócios, o criticou e nos estimulou a continuar apostando na proposta.

Agora, com a ideia em movimento, chegou a hora de termos nosso espaço. Buscamos alternativas que encaixassem com a operação e conceito atuais. Encontramos um lugar onde estaremos sós, mas muito bem acompanhados: The Hub São Paulo.

Um espaço onde várias empresas - e antes que empresas, pessoas - que acreditam em inovação, empreendedorismo, responsabilidade socioambiental, novas tecnologias e conceitos de colaboração estão juntas.

Seremos a empresa associada com perfil mais de vendas e varejo do Hub, senão a única. Teremos muito a contribuir nesta troca de experiências. Assim como coletaremos muito mais referências sobre tendências sociais para integrar em nossas estratégias de Social Commerce.

Manterei todos atualizados sobre eventos e novidades do Hub. Caso queira saber a proposta da ILIMITAT clique aqui e veja nossa apresentação.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Social Commerce: A ferramenta é o que menos importa.

Muito se tem falado à respeito do Twitter. Seguem abaixo algumas manchetes (essa palavra já ficou 'demodê'?) com as quais me deparei estes últimos dias:
- Twitter cresce 456% no Brasil, mas ainda é micro perto do Orkut - FolhaOnline
- From Google economy to Twitter economy - Matter/Anti-Matter Blog
- The 100 most mentioned brands on Twitter - Brandrepublic
- Agência se especializa em usar o Twitter - Gazeta Mercantil
Confesso: muitas dessas informações chegaram até mim através do próprio. Uma parte da estratégia de comunicação da ILIMITAT passa pelo Twitter. Tenho perfil pessoal e profissional na ferramenta de microblog e tenho aprendido a usá-la todos os dias. Sigo (muito) e sou seguido (pouco).

Este é um post-oportunidade já que ontem o Twitter teve a primeira 'baixa' mais sentida e noticiada por aqui: ficou fora do ar para uma manutenção não programada. Vou aproveitar essa circunstância para colocar um pouco minha visão sobre a ferramenta mas principalmente sobre Social Commerce, um dos três conceitos sobre o qual está apoiada a atuação estratégica da ILIMITAT:


O Twitter é uma ferramenta de comunicação em rede social através de 140 caracteres e que funciona em tempo real (no link que fala de Twitter economy acima há um contraponto bem interessante sobre isto, o caráter real time da ferramenta). Ainda estamos, pessoas e empresas, aprendendo a utilizá-la e descobrindo para o quê a mesma serve.

Este é o ponto! Não podemos esquecer que é apenas uma ferramenta e se ela funciona ou não depende do que se quer dela! Com o tempo e experiência teremos cada vez mais exemplos de como utilizá-la: bem ou não. E mais: VAI surgir uma nova ferramenta ou tecnologia que tornará  obsoleto o tal passarinho.

Agora, o Social Commerce é mais do que uma ferramenta. Por trás deste termo em inglês - que, na minha opinião, rotula da forma mais inteligente essa tendência de relação das marcas com seu cliente através destas redes sociais - há um conceito mais amplo e atemporal. Conceito este que, impelido pela potencialização que as ferramentas de internet deram para o "boca-a-boca", volta a ser considerado pelas marcas, seus departamentos de marketing e agências de publicidade.

Porque digo volta?

Exercitemos: caso um restaurante recém inaugurado em uma cidade do interior ofertasse como prêmio no bingo da igreja local um jantar para o ganhador e sua família, isso também seria Social Commerce? 

Na minha opinião sim. Claro que em uma abordagem mais ampla e livre. 

Uma das metodologias que analistas da Forrester Research propõem, hierarquiza questões que empresas que querem entrar nesta tendência devem considerar: quem atingir; qual o objetivo; que estratégia aplicar; e, por último, a tecnologia/ferramenta que vai ser usada.

Voltando ao exemplo do restaurante:

- P: Quem quer atingir? R: A comunidade que frequenta a igreja.
P: Qual o objetivo? R: Ter o serviço conhecido por uma tradicional família praticante;
P: Qual a estratégia? R: Amostra grátis para gerar o "boca-a-boca";
P: Qual a ferramenta? R: O d**** do bingo! (perdoem-me pela blasfêmia)

A ferramenta, ou a tecnologia, é o menos importante. A estratégia funcionaria mesmo se ele entregasse folhetos na saida da mesma quermesse. Mas nesse caso o custo de imprimir e entregar vários folhetos com "venha e concorra a um jantar grátis" poderia fazer o ROI não ser  interessante. A do prêmio a apenas 1 família pode demorar mais a dar resultado mas, de qualquer forma, o memso público foi atingido pelo megafone que além de 'cantar as pedras' anunciava o prêmio. E mais: ajudou a igreja a levantar recursos para a obra comunitária, sem sujar a praça com os folhetos com a marca do restaurante atirados ao chão. Fez mídia e promoveu a marca de forma simpática e envolvendo o seu público. Entendo isto como Social Commerce.

Em breve, posto o planejamento que fizemos na ILIMITAT para definir o porque de usar a dupla Blog/Twitter para comunicar ao mercado no que acreditamos e quais nossos serviços. Não foi por acaso.

O Social Commerce é uma das soluções que integram a visão estratégica da ILIMITAT. Nossa missão é incluir este conceito nas estratégias comerciais de nossos clientes. Sempre com metodologias claras e com dados analíticos que validem sua aplicação, juntamente com a definição de objetivos de retorno sobre o investimento.

Em tempo: Para não dizer que não estimulo o uso do Twitter, até porque quero que sigam o @ilimitat , vejam: uma notícia do diário local The Californian com casos interessantes de Social Media em pequenos negócios nos E.U.A.  e um post do blog da HSM com um testemunho e 1 dezena+1 de sensatas expectativas que se deve ter em relação à ferramenta:
- Social media find niches among local business - The Californian by Chris Bagley
- Twitter: 4 estágios, 11 usos para negócios - HSM Blog por Adriana Salles Gomes

Atualização em 25/05
no Twitter da @ilimitat (acompanhe na barra lateral e siga) dois movimentos que trazem a ferramenta mais perto de ser uma plataforma completa de comunicação e de marketing para Social Commerce.

- Ferramenta para transferência de arquivo via Twitter
- Ferramenta para fazer backup do twitter

Os links estão na página do Twitter @ilimitat.

Perfil em movimento - Carlos Vicente (Diretor de Estratégias)

Por trás desta empresa, há a vontade de dois amigos em desenvolver algo inovador, sério, produtivo e rentável. E como Blog, por definição, é algo pessoal, aqui vai um breve 'auto-perfil' (aplica-se hífen segundo a nova regra?) meu, Carlos Vicente, Diretor de Estratégias e editor deste blog:

Trinta e dois anos, natural de Belém/PA, infância em Manaus/AM, acabei por formar minha personalidade em Curitiba/PR entre 1988 e 2004. Graduei-me em Engenharia Industrial Mecânica pelo CEFET-PR (hoje UTFPR) e tenho dois cursos de pós-graduação em Projetos Econômicos Públicos e Privados pela Universidade Federal do Paraná e MBA em Marketing Internacional pela Politécnica de Madri.

Em 1999, ainda no último ano de faculdade, ingressei na Renault do Brasil. Ali desenvolvi minhas competências de planejamento: analista responsável pelos números de vendas, produção e estoque de toda a operação do Mercosul. Números de grande responsabilidade pois determinavam as decisões de orçamento, produção e ações comerciais da região. Já na(fantástica)equipe da Distribuição Brasil, desenvolvemos o projeto PROVVAR: redesenhamos todo o fluxo de planejamento e faturamento para uma rede de mais de 100 concessionárias Renault e Nissan, ajustando à época uma grave situação de sobreestoque de veículos que vivíamos em 2002. Éxito que tem seus conceitos e bases mantidas até hoje.

Com o pé no Marketing tomei gosto pela arte dos 4 P's: Produto, Preço, Publicidade e Planejamento/Distribuição. Tive a oportunidade de entre 2003 e 2004 exercitar o P de Produto como Gerente de Produto da Nordtech Máquinas e Motores Ltda em Curitiba, um dos clientes-piloto da ILIMITAT. Ali desenvolvemos linhas de produtos de máquinas e equipamentos importados da China, Itália, E.U.A.

Para aumentar meu repertório parti para uma temporada de estudos na Espanha. Tive a oportunidade de estagiar em uma empresa de TI que em fase de expansão precisava de um 'becário' para fazer relatórios e análises preliminares de empresas para fusão/aquisição. Uma bela experiência na IT Deusto, que junto com o trabalho de barman nos finais de semana, fez meu ano sabático mais produtivo, além de ajudar a pagar as contas!

No retorno, o desafio de montar uma linha aérea de passageiros no Nordeste. A TAF Linhas Aéreas de Fortaleza atuava até então no segmento de cargas, charter e táxi aéro. Em 2006 a decisão estratégica de abrir a linha de passageiros fez surgir a necessidade de montar toda a estrtutura de Marketing: rede de distribuição, comunicação e painel de controle comercial. Criamos do ZERO ferramentas de monitoramento da concorrência e estratégia de guerrilha comercial em um mercado "duopolizado" à época. Os resultados comerciais vieram, junto com a experiência em relacionamento político-institucional. Chegamos a 12 destinos no Norte-Nordeste e Caribe e participamos das negociações da Aliança Tropical (entre Varig, BRA, OceanAir, Webjet e TAF).

Mudanças nos planos de vôo, para um posicionamento estratégico distinto ao que acreditava, aconteceram junto com a proposta de vir a São Paulo integrar o projeto da Agência Fala! Com foco totalmente no Varejo, conduzimos grandes contas na agencia que mais cresceu nos últimos 3 anos no Brasil. Agora junto com a Fischer América já como a 5a maior agencia do Brasil tem neste know how de Varejo e equipe o seu maior legado. Estratégia de pricing, guerrilha de varejo, posicionamento estratégico, planejamento comercial, fecharam meu ciclo de formação. 

Vocês contaram quantos "pês" até agora?